
Fevereiro chegou e 2026 já está a todo vapor!
Tem muita gente esperando o carnaval passar para engrenar o ano, mas o mercado global não para, muito menos o câmbio.
📰 NA EDIÇÃO DE HOJE:
👀 Para Ficar de Olho: A Receita quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos.
🌍 Mundo do Câmbio: O resumo de janeiro e o que esperar dos próximos meses.
🎬 Bastidores: 5º ano de TechFX — de um rascunho no caderno até aqui.
📊 Mercado Dev: Os principais dados da Developer Survey 2025 da Stack Overflow.
👀 Para ficar de olho
Receita quer cobrar IOF sobre criptoativos, inclusive Stablecoins

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Se você usa stablecoins como USDC para receber ou transferir dinheiro, atenção.
O Ministério da Fazenda prepara um decreto para cobrar IOF sobre a compra e venda de criptoativos como Bitcoin e Stablecoins. Hoje, essas operações não sofrem cobrança de IOF.
O argumento? "Neutralidade fiscal". Se ao comprar e vender dólar é cobrado IOF, por que comprar uma Stablecoin atrelada ao dólar seria diferente?
O que você precisa saber:
✅ A discussão surge no contexto da evolução regulatória dos criptoativos no Brasil, que enquadra algumas transações dentro do mercado de câmbio.
✅ As regras ainda vão passar por uma consulta pública. Sem data definida, mas a intenção é que valha ainda em 2026.
✅ A proposta busca organizar como o IOF será cobrado nessas operações, definindo alíquotas que podem variar conforme o tipo de transação.
✅ Atualmente, o IOF em operações cambiais varia de 0,38% em entradas de recursos até 3,5% em compras no exterior, remessas e gastos com cartão fora do país.
✅ O racional discutido pelo governo envolve a busca por isonomia tributária: o que vale para o câmbio tradicional, passa a valer para criptomoedas também.
Isso impacta em algo as operações da TechFX?
💜 Se você recebe pagamentos com a TechFX, sabe que o IOF é isento nos seus saques. Isso segue valendo, porque seguimos a risca a regulação abaixo!
💜 A isenção do IOF é prevista em lei, na seguinte condição: “operações de câmbio relativas ao ingresso no País de receitas de exportação de serviços: alíquota zero.”
💜 Para que a exportação de serviços seja reconhecida, o pagamento internacional deve ser enviado do contratante no exterior diretamente para a conta do contratado, custodiada junto a instituição financeira brasileira responsável pelo câmbio.
💜 Dessa forma, a operação de câmbio relativa ao ingresso no País é registrada como uma exportação de serviços: uma empresa brasileira recebendo pagamentos de um contratante no exterior (contratante > contratado).
E se eu recebo pagamentos internacionais em uma conta de minha titularidade no exterior?
⚠️ Se você recebe pagamentos em uma conta da sua empresa no exterior e depois realiza o câmbio junto a instituição financeira brasileira, é bom ficar atento.
⚠️ Ao fazer esse processo, a operação de câmbio pode ser enquadrada como uma “disponibilidade”: entrada de recursos do exterior vindo de uma conta de mesma titularidade.
⚠️ Nesse modelo, a operação pode não ser interpretada como uma exportação de serviços, mas sim como uma disponibilidade. Com isso, se perderia o benefício de isenção de IOF, gerando uma alíquota de 0,38%.
⚠️ Anteriormente, essa estrutura operacional não era relevante para operações com Stablecoins, já que não possuíam incidência específica de IOF.
⚠️ Se o IOF for aplicado a criptoativos, receber valores primeiro no exterior, mesmo via stablecoins, pode gerar cobrança de IOF ao converter para BRL.
🌍 Mundo do Câmbio
Dólar começa o ano em queda. Continuará assim?

O ano começou com o dólar perdendo força frente ao real. Após encerrar 2025 na casa dos R$ 5,50, a moeda americana passou a maior parte de janeiro oscilando entre R$ 5,20 e R$ 5,30.
O que explica essa queda?
Uma combinação de fatores internos e externos. Lá fora, cresceu a expectativa de cortes de juros nos EUA ao longo de 2026, somada a dados mais fracos de atividade econômica e emprego por lá, o que reduziu a atratividade do dólar no cenário global.
Aqui dentro, o destaque foi o diferencial de juros. Com a Selic em 15%, o Brasil segue atrativo para investidores estrangeiros. Esse fluxo de entrada de capital no Brasil, especialmente para a bolsa (que renovou recordes em janeiro), ajudou a fortalecer o real.
E fevereiro? A tendência se mantém.
O mercado segue cauteloso. As projeções do Banco Central continuam apontando o dólar em torno de R$ 5,50 no fim de 2026. Ou seja, esse movimento de queda provavelmente não será linear. O câmbio segue sensível a juros, cenário fiscal e mudanças no ambiente externo.
💡 Dica: Se você quer aproveitar momentos de câmbio mais favorável, a funcionalidade de Cotação-Alvo da TechFX pode ser sua melhor aliada. Defina o valor desejado e a plataforma executa a conversão automaticamente quando o câmbio atingir sua meta.
🎬 Bastidores do 5º ano de TechFX
Abrimos o quinto ano de operações com um offsite reunindo o time que faz a TechFX acontecer todos os dias.

Inevitável não olhar para o início disso tudo. Dos primeiros clientes que fechavam o câmbio via email, aos primeiros contratados, o lançamento da plataforma que mudou a experiência dos nossos clientes, os perrengues (porque eles existem).
Desde lá, já auxiliamos os clientes a receber e converter seus pagamentos por mais de 100 mil vezes.
Ajudamos a nossa comunidade a economizar mais de R$ 13 milhões em taxas de câmbio.
Foram várias fases para chegar até aqui. Em cada uma delas, evoluímos a visão sobre o produto e o time.

E agora, reunimos todos para pensar o futuro da plataforma e como podemos nos tornar ainda mais parte da vida de quem tem uma carreira global.
Temos um plano, que já está sendo executado. Vocês saberão tudo em primeira mão.
Contamos com vocês para construir a próxima fase! E fica aqui nossa promessa: sua vida trabalhando para o exterior vai ficar muito mais fácil 💜
📊 Developer Survey 2025
O que a pesquisa da Stack Overflow revelou sobre o mercado dev

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A Stack Overflow ouviu quase 50 mil desenvolvedores em 166 países e trouxe um retrato bastante revelador de quem constrói o mercado tech hoje.
Se você trabalha remoto para o exterior, esses dados falam diretamente sobre a sua realidade. Separamos os principais highlights.
Quem são esses profissionais?
A maioria tem mais de cinco anos de experiência e atua em cargos técnicos, principalmente full-stack e back-end. Ao mesmo tempo, há uma nova geração entrando (muitos com graduação recente). O ecossistema se renova sem perder base técnica.
IA: todo mundo usa, mas poucos confiam cegamente
Em 2025, 84% dos desenvolvedores já usam ou pretendem usar IA no dia a dia. Mais da metade utiliza diariamente.
Mas aqui vem o dado interessante: o ceticismo está aumentando, especialmente entre os mais experientes. A IA acelera tarefas e apoia o desenvolvimento, mas a validação humana segue indispensável, principalmente em decisões técnicas e entregas críticas.
Ou seja: a IA é copiloto, não piloto.
Trabalho remoto é o padrão
Nenhuma surpresa aqui para quem nos lê: os modelos remoto e híbrido já são padrão no setor tech. O presencial permanece minoritário.
A evolução salarial continua ligada à senioridade, especialização e impacto técnico. Se você está investindo em se tornar mais especialista, está no caminho certo.
Apenas 24% dos devs se declaram felizes
Esse é o dado que mais chama atenção. Quando o assunto é satisfação profissional, apenas 1 em cada 4 desenvolvedores se declara feliz no trabalho.
O que pesa? Autonomia, confiança, boas ferramentas e resolver problemas reais. Tudo isso conta tanto quanto (ou mais que) a remuneração.
Para quem trabalha remoto para o exterior, isso reforça algo que a gente sempre fala por aqui: a carreira internacional não é só sobre o salário em moeda forte. É sobre qualidade de vida, liberdade e desafios que fazem sentido.
Separamos uma oferta especial para você começar a receber pela TechFX (Caso ainda não seja cliente). Taxa 0,1% no primeiro recebimento e 0,5% nos seguintes.